Divulgação
Radiografia da Notícia
* Vistoria de conclusão aconteceu em 20 de fevereiro e comprova osucesso de ações integradas para recuperar áreas e preservar a
biodiversidade em Anhembi
* O projeto foi apresentado e executado pela Iniciativa Verde, uma
organização do terceiro setor
Redação/Hourpress
A restauração de mais de 115 hectares de áreas degradadas na Estação
Ecológica de Barreiro Rico, em Anhembi, foi concluída com sucesso na
quinta-feira (20). A vistoria final das equipes da Secretaria de Meio
Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil)
comprovou o êxito das ações de restauração ambiental. Participaram
desta ação técnicos da Semil, da Companhia Ambiental do Estado
(Cetesb) e da Fundação Florestal. O Projeto Anhembi I faz parte do
Programa Nascentes, que integra o Refloresta-SP.
O projeto foi apresentado e executado pela Iniciativa Verde, uma
organização do terceiro setor que, desde 2005, realiza projetos de
restauração florestal em parceria com o Programa Nascentes. Segundo
Juliana Ortega, coordenadora do programa, ‘o Nascentes tem como
estratégia principal a articulação de atores, conectando diferentes
partes interessadas em ampliar a cobertura com vegetação nativa. Desde
sua criação, em 2014, o programa já acumulou 137 projetos aprovados."
Acompanhada pela Fundação Florestal, a iniciativa foi viabilizada a
partir da alocação de 83 Termos de Compromisso de Recuperação
Ambiental (TCRA), que representam obrigações de recuperar vegetação
nativa devido à realização de corte autorizado pelo licenciamento
estadual. Destes, 79 foram firmados junto à Cetesb e quatro são
conversões de multas ambientais.
Região
“Ao concentrar o cumprimento de diversos Termos de Compromisso em uma
mesma região, por meio de um esforço integrado, permitimos ganhos
ambientais expressivos, mesmo nas intervenções de menor escala. Essa
estratégia é fundamental para assegurar que cada pedacinho restaurado
contribua de forma significativa para a recuperação dos nossos
ecossistemas e para a proteção dos recursos hídricos e da
biodiversidade”, destacou Rosilene Dias, responsável pela Gestão do
Programa Nascentes.
A Estação Ecológica de Barreiro Rico é uma Unidade de Conservação
criada em 2006 e gerida pela Fundação Florestal, que protege 292,82
hectares de vegetação nativa, englobando importantes biomas como a
Mata Atlântica e o Cerrado. A área abriga uma rica biodiversidade, com
30 espécies de mamíferos de médio e grande porte, das quais sete estão
ameaçadas de extinção.
“Ao concentrar o cumprimento de diversos Termos de Compromisso em uma
mesma região, por meio de um esforço integrado, permitimos ganhos
ambientais expressivos, mesmo nas intervenções de menor escala. Essa
estratégia é fundamental para assegurar que cada pedacinho restaurado
contribua de forma significativa para a recuperação dos nossos
ecossistemas e para a proteção dos recursos hídricos e da
biodiversidade”, destacou Rosilene Dias, responsável pela Gestão do
Programa Nascentes.
A Estação Ecológica de Barreiro Rico é uma Unidade de Conservação
criada em 2006 e gerida pela Fundação Florestal, que protege 292,82
hectares de vegetação nativa, englobando importantes biomas como a
Mata Atlântica e o Cerrado. A área abriga uma rica biodiversidade, com
30 espécies de mamíferos de médio e grande porte, das quais sete estão
ameaçadas de extinção.
O Projeto Anhembi I, aprovado em novembro de 2019, promoveu a
restauração de 115,87 hectares de fragmentos florestais degradados.
Além do manejo dos cipós e lianas e do plantio de mudas, outro
destaque é a implantação de trilhas multifuncionais, que serão
utilizadas para patrulhamento, educação ambiental e para o acesso de
brigadas de combate a incêndios, se necessário. Com essas ações, a
área passa a oferecer melhores condições de vida para espécies que
habitam a Unidade de Conservação, entre elas o muriqui, o maior
primata das Américas, criticamente ameaçado de extinção.
restauração de 115,87 hectares de fragmentos florestais degradados.
Além do manejo dos cipós e lianas e do plantio de mudas, outro
destaque é a implantação de trilhas multifuncionais, que serão
utilizadas para patrulhamento, educação ambiental e para o acesso de
brigadas de combate a incêndios, se necessário. Com essas ações, a
área passa a oferecer melhores condições de vida para espécies que
habitam a Unidade de Conservação, entre elas o muriqui, o maior
primata das Américas, criticamente ameaçado de extinção.

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